SEGUNDO MORAES "PARA EVITAR O NOVO 8 DE JANEIRO" PROÍBE ACAMPAMENTO E AMEAÇA PRENDER DEPUTADOS NA PRAÇA DOS TRES PODERES.
⚖️ Alexandre de Moraes reage e proíbe qualquer tipo de acampamento na área
A resposta do Supremo veio poucas horas depois. O ministro Alexandre de Moraes, relator de investigações contra Bolsonaro e seus aliados, determinou a proibição de qualquer tipo de acampamento ou manifestação permanente nas redondezas da Praça dos Três Poderes, da Esplanada dos Ministérios e até em frente a instalações militares.
Além disso, ele cobrou providências imediatas do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, para garantir a retirada de barracas, estruturas improvisadas e a dispersão de qualquer aglomeração considerada ilegal.
🕛 Desmontagem na madrugada e ameaça de prisão
Já na madrugada deste sábado (26), os deputados e seus apoiadores desmontaram o acampamento e deixaram o local. De acordo com o deputado Chrisóstomo, houve ameaça de prisão caso resistissem à ordem judicial.
Apesar do tom pacífico na saída, a movimentação foi interpretada por muitos como uma tentativa de retomar práticas semelhantes às de janeiro de 2023, quando manifestantes invadiram os prédios dos Três Poderes em atos de vandalismo e ataque à democracia.
📌 O que motivou o protesto?
O ato de Hélio Negão foi uma clara reação às recentes medidas impostas pelo STF contra o ex-presidente Bolsonaro, como o uso de tornozeleira eletrônica, restrições no uso de redes sociais e investigações em andamento sobre tentativas de golpe de Estado.
Com isso, cresce novamente o debate sobre os limites da liberdade de manifestação, a atuação de parlamentares aliados ao bolsonarismo e a reação do Judiciário frente a possíveis atos antidemocráticos.
✍️ Conclusão
O episódio reforça a tensão entre o núcleo bolsonarista e o Supremo Tribunal Federal, reacendendo memórias de momentos críticos da política recente. A tentativa de acampamento durou pouco, mas o simbolismo do ato e a reação do STF mostram que o clima em Brasília continua longe de estar pacificado.
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